A gestão do estranhamento e figuras de corporeidade na era estética do capitalismo

Frederico Feitoza

Resumo


A partir de uma análise que busca articular duas obras recentemente lançadas no Brasil – A estetização do mundo, de Gilles Lipovetsky e Jean Serroy, e O circuito dos afetos, de Vladimir Safatle –, buscamos problematizar neste artigo que corporeidades estão sendo dispostas em acordo com as demandas político-econômicas que ora se estabelecem como neoliberais. Dessa forma, perseguimos uma questão específica: como vem sendo organizada, nesse cenário, a nossa capacidade de estranhamento? 


Palavras-chave


Gerenciamento de estranhamento; Capitalismo estético; Corporeidade

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DOI: http://dx.doi.org/10.18568/cmc.v14i40.1348

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