Dubai: o paraíso hiper-real e paradoxal da indústria do entretenimento

Denize Correa Araujo

Resumo


O objetivo geral deste artigo é argumentar que Dubai é um megaexemplo da indústria do entretenimento, podendo ser considerada como paraíso hiper-real. A leitura da cidade, à luz dos conceitos de hiper-realidade e simulacro de Jean Baudrillard e da teoria do espetáculo de Guy Debord, sugere a cultura do superlativo, que começa com o turismo no aeroporto e segue uma rota direcionada aos supereventos e megaprodutos de entretenimento para a sociedade de consumo de luxo. Las Vegas era considerada a “cidadeentretenimento”, com cassinos que simulam diversos pontos turísticos, como Monte Carlo, Veneza, Paris e assim por diante. Agora, o mundo simulado está situado em Dubai, denominada a Nova Las Vegas. O objetivo específico do trabalho é questionar o cenário paradoxal de entretenimento e consumo no contexto de normas religiosas islâmicas rígidas, que divergem dos hábitos dos estrangeiros, dos atrativos dos malls e das praias paradisíacas de Dubai.

Palavras-chave


Indústria do entretenimento; hiper-realidade/simulacro; sociedade de consumo de luxo

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DOI: http://dx.doi.org/10.18568/cmc.v7i20.283

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