Produção e consumo de megaeventos esportivos – apontamentos em perspectiva antropológica

Arlei Sander Damo

Resumo


Este texto tem por objetivo mostrar que os espetáculos esportivos podem ser pensados como bens simbólicos convertidos em mercadorias. Para tanto, sugiro que se observe o aparato simbólico do clubismo e do nacionalismo, os dois principais circuitos de disputas no futebol. É no espectro desses circuitos que se produzem as identidades e alteridades que dão sentido aos jogos, para além da beleza ou torpeza das técnicas corporais. Procuro mostrar como a FIFA controla o circuito nacionalista, cuja Copa do Mundo é a mercadoria mais valiosa.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18568/cmc.v8i21.211

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