Isomorfismo mimético no cinema brasileiro: o modelo norte-americano de governança e a frustração da indústria nacional

Debora Regina Taño, Ana Lúcia Vitale Torkomian

Resumo


A ideia da industrialização do cinema no Brasil passou a ser pauta constante a partir da década de 1920, tanto de críticos, quanto de realizadores. As discussões acerca do que deveria ser feito e o que seria o cinema brasileiro por excelência sempre encontravam o modelo norte-americano como referência. A tentativa de seguir tal modelo, no entanto, não abriu espaço para a adoção de outras lógicas e estruturas de governança que existiam, mas não eram valorizadas pelo meio. A partir das teorias institucionais e das diferentes estruturas de governança das organizações, propõem-se examinar as tentativas de industrialização do cinema brasileiro entre os anos 1920 e 1960, identificando as práticas de legitimação do cinema nacional frente a um pensamento artístico do que seria qualidade e, sobretudo, de um modelo de produção institucionalmente mimetizado do modelo hollywoodiano clássico.


Palavras-chave


indústria cinematográfica; neoinstitucionalismo; mimetismo.

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.18568/cmc.v17i49.2133

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Licença Creative Commons
Comunicação Mídia e Consumo está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.

Diretórios e Indexadores: SCOPUS lREVCOM l UNIVERCIENCIA l Sumários.org l LIVRE l Latindex l EBSCO l CENGAGE Learning l DOAJ l IBICT/SEER l Portal de Periódicos da CAPES l Diadorim  |  

Rua: Dr. Álvaro Alvim, 123 - Vila Mariana - São Paulo - SP

CEP: 04018-010 - e-mail: revistacmc@espm.br