Paradoxos da Comunicação e do Consumo no Brasil do séc. XXI

Gisela B. Taschner

Resumo


As novas tecnologias e a globalização vêm trazendo a possibilidade de estruturas mais democráticas de comunicação, produção e consumo, assim como de novos padrões de sociabilidade e de novas formas de atuação política. Na área da  mídia, a internet tende a minar o poder da indústria cultural, bem como seus efeitos  alienantes. Essa parece ser a tendência no Ocidente, no século XXI. No Brasil, no  entanto, o tipo de oligopolização do setor de comunicações existente tem mantido  um predomínio da mídia televisiva tradicional (aberta e paga) não encontradiço  em países avançados. Não se trata de mera sobrevida de um padrão antigo em um  mundo em transição. Há uma articulação perversa dessa mídia com as exigências  do capitalismo pós-industrial, que se expressa sobremaneira nos momentos do lazer  e do consumo dos jovens e das crianças. Ocorre, pois, um paradoxo, talvez típico da  pós-modernidade brasileira, que, em um extremo, abriga um consumidor – cidadão  muito crítico, e no outro, técnicas de indução ao  consumismo, especialmente o infantil; ele é o tema de nossa reflexão.

Palavras-chave


Consumismo infantil; Politização do consumo; Marketing para crianças

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DOI: http://dx.doi.org/10.18568/cmc.v8i23.276

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